A presença constante da Fly CGC nos principais veículos de comunicação do país é o reflexo de um trabalho pautado no rigor normativo e na segurança operacional. Nossos fundadores, Raul Marinho e Paula Soffo, são frequentemente consultados por jornais, revistas e canais especializados para traduzir a complexidade da regulação e as tendências do mercado aeronáutico.
A presença constante da Fly CGC nos principais veículos de comunicação do país é o reflexo de um trabalho pautado no rigor normativo e na segurança operacional. Nossos fundadores, Raul Marinho e Paula Soffo, são frequentemente consultados por jornais, revistas e canais especializados para traduzir a complexidade da regulação e as tendências do mercado aeronáutico.
Usa a colisão entre dois helicópteros no Rio de Janeiro em 2026 para alertar proprietários sobre cinco práticas comuns, ceder horas de voo, ratear custos de viagem, permutar o uso de aeronaves, reembolsar despesas recorrentes e disponibilizar a aeronave a terceiros, que podem configurar transporte aéreo clandestino (TACA) perante a ANAC, com multa de até R$ 200 mil, apreensão da aeronave e suspensão ou cassação da licença do piloto. Paula Soffo Hoffmann e Raul Marinho, sócios-diretores da Fly CGC, orientam que esses riscos devem ser avaliados antes da operação, e não depois que ela já se tornou objeto de fiscalização. A matéria também aborda o novo IPVA sobre aeronaves a partir de 2027 e mostra que a certificação como táxi aéreo reduz tributos (IPVA, IOF, ICMS) e corta a taxa de acidentes a menos da metade da registrada na aviação privada.
Em entrevista ao portal R7, Paula Soffo Hoffmann, abordou os desafios da regularização das operações aéreas no Brasil após um acidente que reacendeu o debate sobre o transporte clandestino de passageiros. Na reportagem, destacou que muitos proprietários de aeronaves desconhecem os limites entre a operação privada e o transporte aéreo remunerado, explicando que o modelo de Táxi Aéreo Simples oferece um caminho legal para estruturar essas atividades com governança, compliance e segurança operacional. Sua análise reforça a importância da orientação técnica especializada para reduzir riscos regulatórios e garantir operações em conformidade com a legislação aeronáutica.
Usa o acidente com dois helicópteros no Rio de Janeiro em junho para explicar quando emprestar uma aeronave configura transporte aéreo clandestino (TACA), mesmo sem dinheiro envolvido: só rateio ou troca de favores já conta. Detalha as penalidades (multa acima de R$ 200 mil, apreensão da aeronave, cassação de licença) e como a nova categoria de Operador Simples facilita certificar a operação. Paula Soffo Hoffmann e Raul Marinho, sócios-diretores da Fly CGC, explicam como a empresa ajuda o proprietário a transformar essa exposição em receita regular.
Usa o acidente com dois helicópteros no Rio de Janeiro em junho, que revelou uma permuta irregular entre uma aeronave privada e a prefeitura, para explicar quando emprestar uma aeronave configura transporte aéreo clandestino (TACA): mesmo sem dinheiro envolvido, um simples rateio ou troca de favores já conta. Detalha as penalidades (multa acima de R$ 200 mil, apreensão da aeronave, cassação de licença) e como a nova categoria de Operador Simples facilita certificar a operação. Paula Soffo Hoffmann e Raul Marinho, sócios-diretores da Fly CGC, explicam como a empresa ajuda o proprietário a transformar essa exposição em receita regular, com o relato de um cliente (JetShare Aviation) em processo de certificação com a consultoria.
Parte de um acordo informal entre um helicóptero privado e a prefeitura do Rio de Janeiro, investigado pela ANAC após o acidente de junho, para explicar como permutas e contrapartidas sem certificação caracterizam transporte aéreo clandestino. Paula Soffo Hoffmann, sócia-diretora da Fly CGC, é entrevistada sobre como a empresa transforma essa exposição regulatória em operação certificada e rentável. A Fly CGC é apresentada como pioneira na certificação de Táxi Aéreo Simples no país.
Aceitar carona em aeronave privada sem certificação pode ser enquadrado pela ANAC como transporte aéreo clandestino, com risco tanto para o dono quanto para quem aceitou a carona. Usa o caso do acidente de helicópteros no Rio em junho como exemplo. Traz Paula Soffo Hoffmann e Raul Marinho, sócios-diretores da Fly CGC, explicando como a certificação como Operador Simples transforma o “favor” informal em serviço de táxi aéreo regular, com contrato e responsabilidades definidas.
Detalha os riscos legais de emprestar uma aeronave a amigos sem formalização: a ANAC classifica a prática como Transporte Aéreo Clandestino (TACA), com multas acima de R$ 200 mil, além de apreensão da aeronave e cassação da licença do piloto. Cita a Fly CGC como pioneira na estruturação de projetos de certificação de Táxi Aéreo Simples e traz a visão de Paula Soffo Hoffmann, sócia-diretora, sobre como proprietários raramente agem de má-fé: apenas descobrem em uma inspeção que a operação informal estava fora da norma. Apresenta a certificação como Operador Simples como alternativa legal, com menos burocracia e custo, transformando risco em receita.
Explica que a Emenda Constitucional 132/2023 autoriza a cobrança de IPVA sobre aeronaves a partir de 2027, com isenção prevista para operadores certificados de transporte aéreo público, e apresenta a certificação simplificada de táxi aéreo como estratégia para proprietários evitarem a tributação enquanto geram receita com suas aeronaves. Paula Soffo Hoffmann, sócia-diretora da Fly CGC, comenta as motivações dos proprietários que emprestam aeronaves sem perceber o risco regulatório, e o sócio Raul Marinho reforça que o dono não precisa aprender a operar uma empresa aérea para ter um ativo rentável. A matéria posiciona a certificação como saída que une planejamento patrimonial e conformidade tributária.
A partir de 2027, aeronaves passam a integrar a base do IPVA por força da Emenda Constitucional 132/2023, com exceção para operadores certificados de táxi aéreo. A reportagem cobre um painel da LABACE 2026 sobre os impactos da reforma tributária na aviação de negócios, no qual Paula Soffo Hoffmann, sócia-diretora da Fly CGC, explica que a não incidência do imposto depende de operação certificada e recorrente junto à ANAC, não é uma brecha tributária. Raul Marinho, também sócio-diretor, comenta o movimento crescente de profissionalização entre operadores. A matéria posiciona a Fly CGC como referência no conceito de Inteligência Regulatória para separar planejamento patrimonial de exposição fiscal.
A partir de 2027, o novo IPVA sobre aeronaves passa a valer por força da Emenda Constitucional 132/2023, e o tema divide opiniões na aviação executiva. Paula Soffo Hoffmann, sócia-diretora da Fly CGC, esclarece que certificar a aeronave como táxi aéreo não garante isenção automática; é preciso comprovar atividade real e recorrente, sob fiscalização da ANAC. Raul Marinho reforça o interesse crescente dos operadores em entender as novas regras sem atalhos. A matéria também explica o restante da Reforma Tributária (CBS, IBS) e como afeta a operação de aeronaves.
Traz dados da ABAG sobre o crescimento recorde da frota de aviação executiva no Brasil (2ª maior do mundo) e discute como operações informais de empréstimo de aeronaves podem ser enquadradas como transporte clandestino pela ANAC. Explica os benefícios da certificação simplificada de Táxi Aéreo Simples, incluindo redução de IOF sobre seguros e melhores índices de segurança. Paula Soffo Hoffmann apresenta o conceito de Inteligência Regulatória da Fly CGC: tratar a aeronave como estrutura, não como bem, organizando quem voa, quem paga e quem responde.
Nosso especialista, Raul Marinho, assina o artigo de destaque na AERO Magazine sobre o impacto da nova regulação da ANAC na aviação executiva. No texto, ele detalha como o novo modelo reduz custos fixos, elimina barreiras burocráticas (como a exigência de um SGSO complexo) e permite que proprietários transformem suas aeronaves em ativos rentáveis de forma totalmente legalizada e eficiente.
Em reportagem especial para o portal R7, nossa CEO, Paula Soffo Hoffmann discute o impacto da nova regulamentação IS 119-004 da ANAC. A matéria destaca o posicionamento da nossa empresa na vanguarda do setor, explicando como o Táxi Aéreo Simples transforma aeronaves subutilizadas em ativos estratégicos, gerando eficiência fiscal e rentabilidade real.
Entrevista de Raul Marinho ao Jornal Jovem Pan explicando passo a passo como funciona a investigação de um acidente aéreo, no contexto da queda de uma aeronave em Belo Horizonte (MG).
A segurança no espaço aéreo exige regulamentação rigorosa e consciência situacional. Em matéria para a BBC News Brasil, nosso especialista Raul Marinho foi convidado a detalhar o funcionamento do tráfego aéreo de helicópteros sob “regime visual”. A reportagem reforça a importância de protocolos bem definidos para a navegação, como o respeito a rotas com pontos demarcados e a comunicação via rádio. Para a Fly CGC, a segurança e a conformidade na aviação executiva são inegociáveis.
A complexidade por trás da operação de helicópteros em grandes centros urbanos foi tema de análise no portal A Gazeta. Contribuindo para o entendimento público sobre navegação visual e segurança no espaço aéreo, nossa equipe técnica esclareceu as normas que regem a aviação. Essa presença constante na mídia nacional reforça nosso papel como provedores de inteligência e segurança para todo o ecossistema de asas rotativas no Brasil.
O aumento do tráfego de helicópteros na capital fluminense reflete o forte aquecimento do setor, trazendo também novos desafios urbanos. Em reportagem do Diário do Rio sobre o adensamento aéreo na Zona Oeste, fica evidente a necessidade de uma gestão de frota eficiente. Para a Fly CGC, o crescimento da aviação executiva deve estar sempre alinhado às melhores práticas, garantindo alta performance para os operadores de Táxi Aéreo Simples e conformidade total com as normas do espaço aéreo local.
Paula Soffo Hoffmann foi palestrante do III Congresso ABRAPAVAA (gerenciamento de crises e assistência a vítimas de acidentes aéreos). O perfil mencionou o Título de Membro Honorário da FAB (2016) por atuação em prevenção/investigação de acidentes.
O ano de 2025 marcou um avanço histórico para a aviação executiva brasileira, conforme destacado na coluna de Luiz Fara Monteiro no portal R7. Esse salto expressivo evidencia a consolidação das aeronaves como ferramentas estratégicas de alta performance.
Raul Marinho é entrevistado como especialista em aviação para analisar as possíveis causas do acidente do Boeing 787-8 da Air India. Ele aponta hipóteses ligadas à quantidade de combustível a bordo.
O 11º Pan American Aviation Safety Summit reuniu a liderança mundial da aviação civil para definir o futuro da segurança operacional.
A expertise analítica da nossa equipe é constantemente acionada para lançar luz sobre os cenários mais complexos da aeronáutica. Contribuindo com a cobertura do Metrópoles, Raul Marinho elucidou dinâmicas críticas de voo e as severas barreiras de proteção exigidas na aviação civil. Esse nível de clareza e domínio técnico é a mesma base que fundamenta as soluções de certificação e segurança que entregamos diariamente na gestão de frotas.
Em repercussão aos recentes eventos no espaço aéreo do Rio de Janeiro, a equipe da Fly CGC contribuiu com sua expertise técnica para a revista Veja Rio. A matéria explora as normas de navegação visual e os desafios do tráfego de helicópteros na cidade. Nossa participação como fonte especialista reforça o compromisso contínuo da empresa com a promoção de uma cultura de segurança rigorosa e com a correta regulamentação de toda a frota executiva.
Nossa equipe participou da LABACE 2024 (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition), principal feira de aviação executiva da América Latina, realizada no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O evento reuniu fabricantes, operadores, autoridades, prestadores de serviços e especialistas para apresentar inovações, debater tendências e fortalecer o networking no setor aeronáutico.
Episódio em vídeo do podcast Análise de Risco com Raul Marinho
A LABACE 2024, realizada entre os dias 6 e 8 de agosto no Aeroporto de Congonhas (SP), reuniu importantes discussões sobre o futuro da aviação executiva. O portal Aeroin publicou a agenda completa de Education Sessions, com palestras e painéis abordando temas relevantes como ESG, sustentabilidade, regulação da ANAC, eVTOL, aviação regional, formação de mão de obra e mercado de luxo na aviação executiva.
LABACE 2023; Raul Marinho apresenta o ‘Panorama da Aviação de Negócios em 2023’ como Gerente Técnico da ABAG, e o ‘Panorama de Safety da Aviação Geral’ como presidente do BGAST.
Em entrevista ao portal R7, Paula Soffo Hoffmann, comentou a crescente escassez de pilotos nos Estados Unidos, cenário que tem levado companhias aéreas a reduzir operações e buscar alternativas para suprir a demanda. Na reportagem, destacou que a falta de profissionais deve persistir pelos próximos anos e ressaltou o aumento na procura de pilotos brasileiros pelos processos de Green Card e conversão de licenças para atuar legalmente no mercado norte-americano. Sua análise evidencia o profundo conhecimento sobre o mercado internacional da aviação e as oportunidades para profissionais do setor.
Série documental em 3 episódios sobre o voo TAM 3054 (Congonhas, 2007, 199 mortos).
Paula Soffo Hoffmann, participou do Congresso sobre Gerenciamento de Crise e Assistência aos Familiares de Vítimas em Eventos Traumáticos, promovido pela ABRAPAVAA. Em entrevista ao R7, destacou a importância de iniciativas que promovam o compartilhamento de conhecimento entre profissionais do setor, contribuindo para o fortalecimento da Segurança Operacional (Safety) e para o desenvolvimento de uma aviação cada vez mais segura. O evento reuniu executivos das principais companhias aéreas, autoridades e especialistas em um dos maiores encontros sobre gerenciamento de crise e segurança aeronáutica do país.
Paula Soffo foi a entrevistadora dos pilotos ao lado do narrador Vadico
Paula Soffo, em parceria com a EJ Aeronáutica ministra uma palestra sobre Segurança Operacional e debate sobre sua importância.
Dois episódios do Flight Cast com Raul Marinho: a origem do blog Para Ser Piloto e o processo regulatório de venda de assentos por empresas RBAC 135 (táxi aéreo).
O transporte aéreo clandestino (TACA) representa um risco crítico e inaceitável para o ecossistema aeronáutico. Em matéria contundente da Isto É Dinheiro, a urgência na erradicação dessa prática é pautada por especialistas do setor.
O transporte aéreo clandestino (TACA) é um risco crítico para todo o ecossistema aeronáutico. Em recente publicação, nosso especialista Raul Marinho alertou sobre os perigos da informalidade, dissecando os perfis dessa prática irregular. Atuamos ativamente para transformar esse cenário: oferecemos a certificação do Táxi Aéreo Simples como o caminho seguro, rentável e estritamente legal para proprietários que desejam otimizar e diluir os custos de suas aeronaves.
O desenvolvimento do mercado aeronáutico passa pela valorização de grandes talentos e quebra de barreiras. A nossa CEO, Paula Soffo, foi um dos destaques de uma importante reportagem sobre a presença feminina nas cabines de pilotagem. Sua jornada, desde a instrução até o comando estratégico, reitera o compromisso da nossa empresa com o mais alto padrão de profissionalismo, superação e segurança na aviação de negócios.
O conteúdo explica os objetivos da instituição, os serviços propostos e a missão de promover conhecimento técnico, oportunidades de experiência de voo e iniciativas voltadas ao fortalecimento da aviação brasileira.
Neste episódio do CP Cast, os apresentadores do Canal Piloto discutem as principais mudanças introduzidas pelo RBAC 61, regulamento da ANAC que estabelece os requisitos para licenças, habilitações e certificados de pilotos. O conteúdo aborda os impactos das novas regras na formação aeronáutica, nos processos de rechecagem, na instrução de voo e na carreira de pilotos, oferecendo uma análise prática sobre as atualizações que influenciaram o setor.